“Só sei escrever, então faço da escrita a minha militância.”

– Entrevista para o site Donas da Casa sobre feminismo, escrever na internet e trabalhar em casa. (junho de 2014)

 

“Nunca nos deram nada de mão beijada; se a gente não tem espaço, a gente não espera o convite: a gente o invade. A literatura não é um meio inacessível e sagrado. A literatura é nossa também. Cabe a nós reivindicá-la e saber que não estamos sozinhas nesse trabalho.”

– Entrevista para a Revista Fórum sobre meus trabalhos e sobre o espaço da mulher na literatura. (junho de 2015)

 

“Tudo que eu escrevo é ficção. A verdade é irrelevante, o importante é o que aquilo leva a pessoa a refletir.”

– Entrevista dada para o programa Estúdio Móvel na TV Brasil (minuto 17), apresentada por Liliane Reis. (julho de 2013)

– Entrevista para o site Capitolina sobre mulher na literatura, minha trajetória como escritora e conselhos para as jovens que desejam ser escritoras. (junho de 2015)

 

– Entrevista para o site Motherboard, da VICE, sobre o projeto Universo Desconstruído. (abril de 2015)

 

“A mulher está sempre em um papel secundário e eu penso: é só essa a representação que a gente tem?”

– Entrevista para a revista Contexto, sobre a representação da mulher no gênero da ficção científica. (setembro de 2014)

 

“O que importa realmente pra mim é colocar verdade em tudo o que eu faço, para que consiga tocar a verdade que há dentro de outra pessoa. Escrevo para conseguir essa conexão, nem que seja com uma única pessoa.”

– Entrevista para o site Alpaca Press. (novembro de 2016)

“Vivemos em tempos de trevas. A literatura, mais do que um refúgio, é ferramenta importante para conseguirmos ver com clareza nosso mundo. A gente se agarra a ela, então, porque já não resta muita coisa. Só não podemos deixar que levem nossa imaginação; é ela a nossa corda para sair desse buraco.”

– Entrevista para o blog Ficções Humanas sobre o livro As Águas-vivas não sabem de si. (fevereiro de 2017)

 

“A arte deve mirar nessa verdade, não num ideal do que é “correto”. Quem tenta dizer o que é “correto” ou inventar um ideal do que deveríamos ser é a propaganda. Arte é outra coisa. Arte é espaço para provocar, perturbar, chacoalhar a ordem vigente, demolir certezas e deixar umas dúvidas no lugar.”

– Entrevista para o blog Cantão, sobre literatura, zines, feminismo e As águas-vivas não sabem de si. (março de 2017)

 

“Se tem algo que este livro não é, é oxigênio. É uma asfixia, na realidade. O papel da literatura é nos tirar da zona de conforto. Com As águas-vivas não sabem de si eu realmente tentei fazer algo que sacuda o leitor, que o perturbe.”

– Entrevista para a coluna “Conta Aí”, no blog da Editora Rocco, sobre As águas-vivas não sabem de si. (fevereiro de 2017)


Em vídeo

Entrevista sobre cultura nerd para o programa Yes We Cat do canal Think Olga.


Créditos das fotos: Marcos Felipe